Um Começo...
O homem que pela primeira vez na vida colhe uma pequena flor para ter junto de si enquanto trabalha fez um progresso no respeitante à sua alegria de viver. [...]"
Porto de sentidos, aprendizagem, memórias e confidências,
O homem que pela primeira vez na vida colhe uma pequena flor para ter junto de si enquanto trabalha fez um progresso no respeitante à sua alegria de viver. [...]"
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V.C.
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Estamos a presenciar ao renascer dos sonhos de criança, aquela magia que todos temos quando, pequenos petizes e petizas, nos entregamos à magia de um sonho voando pela mão de um amigo eterno, um amigo que nos dá o conforto do ninho, que nos transmite a segurança de um lar e de um abraço onde podemos sempre retornar, quando tudo está mal... Quem não teve quando criança, um peluche, ou um outro objecto qualquer preferido, um amigo «imaginário» que nos servia de confessor aos nossos mais íntimos segredos e sonhos? Não faço esta pergunta às mulheres directamente, pois estas normalmente, e isto fora de qualquer imagem feita, estão mais inclinadas a este tipo de coisa, agora aos homens, faço-a directamente, pois estes por norma são mais «fechados» a admitir este lado mais sensível da sua natureza. Todos possuímos um lado sensível a este ponto, mas, nem sei porquê, talvez à conta desta sociedade e dos seus «tabus» recebemos uma carga que nos tenta dizer que existe determinados tipos de comportamento para não apenas, o sexo, mas também de acordo com o estrato social da pessoa. Obviamente, e vou dizer isto com a maior sinceridade possível, que este é um dos maiores disparates que constroém a nossa sociedade actual. Tudo isto passa, pela necessidade que todos temos de ter alguém, alguém em quem confiar, alguém a quem agarrar a mão numa noite de escuro, num dia de sol, para podermos «dizer», espalhar aquilo que é o nosso coração. Por aqui se vê uma prova daquilo que podemos ser e fazer, do bem que todos temos no nosso interior, da paz inerente à condição humana, ou deverei dizer, à «alma» humana? Por aqui, se vêem os alicerces do que constrói este mundo, da sempre presença de um “Amor” maior onde tudo acontece... É algo que vemos acontecer, e não me venham dizer que é apenas um mero factor biológico, o querer alguém, o querer amar alguém, seja este alguém na forma do que fôr, do que fazemos por ele, por todos os actos sãos cometidos em nome dele, de todas as loucuras que fazem os seres correr atrás dele, em nome dele. Vê-se na Natureza, todos os dias, todos os segundos deste mundo, deste tempo, a acontecer, quando algo nasce, quando algo se transforma em algo novo, ou simplesmente «renasce» das cinzas que era... Nos animais, nas plantas, nas «coisas» vê-se acontecer, a procura incessante da união... Pois, assim digo, meus amigos, o Amor, é o alicerce de tudo, deste mundo, deste universo, é a chave que todos procuram ao tentar procurar o cerne da verdade, o cerne do que realmente está por detrás de tudo... À uns anos atrás, constatei algo e disse em virtude disso uma frase que nunca esquecerei... “Os Sentimentos, são os verdadeiros Deuses...” A felicidade, uma das cores desse Amor, é algo que está nas mãos de todos e de tudo, o maior, o uno, é tão simples de se ser, de se atingir... Procurem nos vossos interiores, parem para apreciar o quadro maior, para «olhar» para a Natureza, para o dia-a-dia, e abram o coração, a vossa alma, a porta que vos trará a simplicidade desse acto maior acontecendo todos os dia mesmo à frente dos vossos narizes... Existe uma unidade, um eterno tempo correndo sem parar, existe a eternidade, existe o Amor que nunca morre, nem no Tempo, nem no Espaço... Como diz a canção, “Imagine”, e tudo sería tão belo... Está nas nossas mãos recordar isso, e olhar em frente, para continuar o que foi iniciado sem princípio nem fim...
Imagine there's no heaven
It's easy if you try No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today...
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace...
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world...
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one
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V.C.
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Acordo,
embalado nos sentimentos de uma lágrima, escorrendo pelas faces
que o mundo nos mostra devagarinho, numa criança embalando
sua mãe num sonho brilhante ao luar...
Acordo,
com a energia que a vida lá fora carrega, chamando-nos suavemente ao vento, para uma tempestade sem fim a anunciar...
Salto e corro,
corro para os braços da vida deixando sua pena me guiar, levando-me ao sabor do seu amar... Componho a estrofe de um acorde, cantado pelas ninfas que guardam a dança do olhar...
Saio,
percorro no céu os contornos suaves da deusa que és libertando a vida em cada respirar...
Deixo-me ficar,
olho para ti, convido-te a comigo cantar, comigo sonhar, comigo
simplesmente deixar a vida estar...
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Ao longe...
Vê-se um escuro, negro como bréu, esse musgo agarrado
ao céu, brilhante como véu, cobrindo o olhar de quem
nele tenta penetrar...
Ao longe...
Vê-se sonho, pintado com palavras escuras, gotas de súor
escorrendo pelo desafio de quem tenta chorar...
Ao longe...
Vê-se o futuro, destino escondido por entre almofadas de
ar, tentando voar, como pássaros desejando amar...
Ao longe...
A canção mostra-nos o tempo, essa constante que connosco
carrega o mundo, numa tarde encruzilhada entre esse
desejo louco do olhar e os sentidos querendo-te tocar...
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Carrocel, Jardim Zoológico de Lisboa
O tempo...
nome engraçado para um ser que constantemente nos toca,
nos leva ao sabor da tempestade da vida, correndo num convés
inundado com o sangue de uma alma perdida sem se achar...
nome engraçado para um barco que carrega os sentimentos,
construindo delicadamente as flores de um mundo ainda sem côr,
mas pronto a amar...
nome engraçado para a Via Láctea, para as estrelas que se unem
decidindo pacientemente os destinos a dar, para cada sonho que
ousa voar...
nome engraçado para a vida, para nossa alma, lançada ao nascer
numa corrida lenta, percorrendo as ruas, por vezes amargas, de
um destino, em busca da canção que pinta as flores do mundo
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O Unicórnio, puro como o olhar, simples como o recordar...
Tremo com o sonho que carrego dentro de meu coração...
Anseio com a visão que meu olhar por vezes deixa, em suas
cores, num mundo se formar...
Respiro, com o desejo que voa lá no alto, num céu carregado
com as plumas do anjo, guiando a vida ao acordar...
Choro, na recordação dos sentidos, na lembrança do tempo,
na fotografia do passado, na palavra do futuro, na melodia
do momento esperando seus pais, no tempo ausente dos
sentimentos que a alma alimenta, dormindo à sombra da
estrela que é um desejo, pendurado na vida do mar, por nós
a carregar...
Rio, com a frescura do sentimento que paira no ar, com o
desejo da alegria em te recordar, com meus amigos amparando
meu olhar, com os sentidos brindando-me a cada toque que
minha alma leva no interior do sangue, correndo para me
alegrar...
Amo, por fim, a vida que somos, que podemos ser, deixando
para isso apenas o mundo nos tocar, nos fazer recordar a
união que o abraço dos sentimentos todos os dias acorda para
nos fazer navegar...
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V.C.
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Engraçadas as estradas da vida...
Serpenteando sinuosas à nossa frente, sulcando uma terra fofa,
coberta com o vento que dá cor ao mar, pintado no horizonte,
num destino solto ao ar que entra em nosso interior...
Milhares de caminhos, milhares de vozes, correndo uma canção,
ditando as rimas diferentes que compõem a emoção...
Brincando ao ar, saltando pelo vento, perseguindo um beijo feito
de razão, nascido no âmago da felicidade que transporta uma
familia em busca do riso quente da emoção, saltam as penas de
um filho voando atrás do dia, amigo da canção...
Num verde coberto com o dourado da vida, abanam os acenos que
os sentimentos deixaram numa recordação...
No azul debroado pelo telhado aberto, à espera dos contrastes que
a vida faz à imaginação, sentimos o aproximar do labirinto sem
solução...
Finalmente, deixando nossos sentidos voarem seguros pelo oceano
tranquilo que é tua mão, escolhemos a estrada que leva ao coração...
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18:05
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Condenso o dia neste poema...
Olho para o céu...
Espero por uma estrela...
que caia, por um desejo pintado com as cores do mar e
feito com as formas de um sonho por acabar...
Espero por uma fada...
por um toque de magia, que num tapete, me leva às portas
escondidas do arco-íris que foge sem eu deixar...
Espero por um tesouro...
por uma aventura que me faça navegar num mar com destino
a uma ilha que fica perdida ao nosso olhar...
Espero por uma história...
um conto que me faça chorar, rir e amar, solto devagar, numa
mão que apenas abana a tinta que cobre o ar...
Olho para o céu...
Aspiro, forte, uma simples tarde a sonhar...
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Deixo-vos um pequeno poema que escrevi à uns tempos atrás, junto com um desenho, que traduz este dia na perfeição...
A saudade...
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29 de Abril de 2007, após uma ausência bastante prolongada, volto com novidades. Primeiro, um pequeno retoque cosmético, com uma ligeira alteração no banner das Imagens. Acho que se tornou mais apelativo!... Segundo, a actualização das secções das Imagens: novo artista em foco, desta vez Mike Oldfield, a consequente actualização dos historiais, novo blog adicionado à lista das minhas recomendações (aconselho vivamente aos fãs da música, uma visita a este blog), e por fim novos posts. Deu algum trabalho, mas penso que valeu a pena... Prometo tentar não negligenciar tanto as Imagens no futuro... Um abraço, fiquem bem!...
Read in English (excuse the awfull translation, it's made by google. Eventually, and if by request, I'll make a decent one) 
Biografia
Michael Gordon Oldfield - Uma Carreira...A Sua Música
Faixa #1 - Moonlight Shadow (Crisis)
Faixa #2 - To France (Discovery)
Faixa #3 - Holy (Earth Moving)
Faixa #4 - Muse (Guitars)
Faixa #5 - Summit Day (Guitars)
Faixa #6 - Heaven's Open (Heaven's Open)
Faixa #7 - Islands (Islands)
Faixa #8 - Arrival (Q.E.2)
Faixa #9 - Etude (The Killing Fields)
Faixa #10 - Introduction (Tubular Bells 2003)
Faixa #11 - Fast Guitars (Tubular Bells 2003)
Faixa #12 - Basses (Tubular Bells 2003)
Faixa #13 - Latin (Tubular Bells 2003)
Faixa #14 - A Minor Tune (Tubular Bells 2003)
Faixa #15 - Blues (Tubular Bells 2003)
Faixa #16 - Trash (Tubular Bells 2003)
Faixa #17 - Jazz (Tubular Bells 2003)
Faixa #18 - Ghost Bells (Tubular Bells 2003)
Faixa #19 - Russian (Tubular Bells 2003)
Faixa #20 - Finale (Tubular Bells 2003)
Faixa #21 - Sentinel (Tubular Bells II)
Faixa #22 - Clear Light (Tubular Bells II)
Faixa #23 - The Bell (Tubular Bells II)
Faixa #24 - Man In The Rain (Tubular Bells III)
Faixa #25 - The Top On The Morning (Tubular Bells III)
Faixa #26 - Secrets (Tubular Bells III)
Faixa #27 - Peace On Earth (The Millennium Bell)
Faixa #28 - The Song Of The Sun (Voyager)
Faixa #29 - Celtic Rain (Voyager)
Faixa #30 - Women Of Ireland (Voyager)
Faixa #31 - The Voyager (Voyager)
Faixa #32 - Flowers Of The Forest (Voyager)